O Parque/autódromo/fazendinha/motel/pista-de-auto-escola/ciclovia Lauro Ricieri Bortolon abrigará de 27 de fevereiro a 1° de março, a décima - quarta edição do Rodeio Crioulo de Marau. Não sou bom em matemática, mas este deve ser o enésimo evento a ser realizado no parque. Uma semana antes, teremos, no mesmo lugar, mais um Marau em duas Rodas, evento que atrai os aficionados por moto, ou por belas mulheres, ou por rapazes boas-pintas, vá lá.
Nosso Parque/autódromo/fazendinha/motel/pista-de-auto-escola/ciclovia, doravante chamado apenas de Parque, para facilitar a compreensão do texto, é utilizado por uma lista sem fim de entidades marauenses. Tem motocross, Encontro de fuscas, rali, Arrancadas, Tiros-de-laço, Campeonatos esportivos, corridas de cavalo, eticétera. Isso sem contar os eventos do município, como o próprio Rodeio e a Expomarau, que acontece este ano em outubro.
Para todos os grupos que promovem estes eventos, é cobrada uma taxa fixa de utilização do Parque: nada. O PMLRB é de todos, e usado gratuitamente por aqueles que desejarem.
Mas algum velho sábio disse lá na Roma Antiga, que o que é de todos não é de ninguém. Parece que esta afirmação foi cunhada especificamente para Marau, de tão verdadeira que ela se faz por aqui. Assim como todos os bens públicos, como a Praça Elpídio Fialho, que registra frequentemente atos de vandalismo, ou os monumentos que são apedrejados, riscados e pichados em toda a cidade, o Parque é depredado. Cheguei ao cúmulo de presenciar duas crianças, provavelmente alunas do AABB Comunidade – já que uma delas usava o uniforme “formiga atômica” do projeto – jogando pedras nas vidraças das casas do Parque. Ou seja, até quem se beneficia da estrutura do parque todos os dias, cai na tentação de destruí-lo.
Esta indefinição de quem é o responsável pelo Parque passa até pela Administração Municipal. Várias Secretarias utilizam aquele espaço. A de Educação, através do AABB Comunidade, a de Desenvolvimento Social, através do Centro de Referência da Criança e do Adolescente, a de Esporte, Cultura e Lazer, pelas áreas esportivas e campeiras, e a de Desenvolvimento Econômico, os pavilhões para a Expomarau. Todas as Secretarias sabem da precariedade daquela estrutura, mas ninguém é responsável, justamente por ser de todos. E empurra-se com a barriga.
Uma realidade que está com os dias contados. Em uma iniciativa para revitalizar o nosso Parque, o prefeito Zanchin nomeou Delcino Bortolini como o responsável pelo local. Com esta centralização, teremos finalmente alguém que fiscalizará os eventos que acontecem por lá, e cobrará de cada entidade que o utiliza, sua parcela de contribuição. Também se encarregará da segurança do local, que era abandonado à noite. Tenho certeza que aquela estrutura vai melhorar muito, pela competência que Delcino já demonstrou em outras áreas da Administração, e pela equipe formada para reestruturar o Parque.
Como bônus, teremos um parque seguro, organizado e de excelente estrutura. Como ônus, os marauenses terão que encontrar outro lugar para namorar, fazer “cavalinho de pau”, ensinar a esposa a dirigir...
Nosso Parque/autódromo/fazendinha/motel/pista-de-auto-escola/ciclovia, doravante chamado apenas de Parque, para facilitar a compreensão do texto, é utilizado por uma lista sem fim de entidades marauenses. Tem motocross, Encontro de fuscas, rali, Arrancadas, Tiros-de-laço, Campeonatos esportivos, corridas de cavalo, eticétera. Isso sem contar os eventos do município, como o próprio Rodeio e a Expomarau, que acontece este ano em outubro.
Para todos os grupos que promovem estes eventos, é cobrada uma taxa fixa de utilização do Parque: nada. O PMLRB é de todos, e usado gratuitamente por aqueles que desejarem.
Mas algum velho sábio disse lá na Roma Antiga, que o que é de todos não é de ninguém. Parece que esta afirmação foi cunhada especificamente para Marau, de tão verdadeira que ela se faz por aqui. Assim como todos os bens públicos, como a Praça Elpídio Fialho, que registra frequentemente atos de vandalismo, ou os monumentos que são apedrejados, riscados e pichados em toda a cidade, o Parque é depredado. Cheguei ao cúmulo de presenciar duas crianças, provavelmente alunas do AABB Comunidade – já que uma delas usava o uniforme “formiga atômica” do projeto – jogando pedras nas vidraças das casas do Parque. Ou seja, até quem se beneficia da estrutura do parque todos os dias, cai na tentação de destruí-lo.
Esta indefinição de quem é o responsável pelo Parque passa até pela Administração Municipal. Várias Secretarias utilizam aquele espaço. A de Educação, através do AABB Comunidade, a de Desenvolvimento Social, através do Centro de Referência da Criança e do Adolescente, a de Esporte, Cultura e Lazer, pelas áreas esportivas e campeiras, e a de Desenvolvimento Econômico, os pavilhões para a Expomarau. Todas as Secretarias sabem da precariedade daquela estrutura, mas ninguém é responsável, justamente por ser de todos. E empurra-se com a barriga.
Uma realidade que está com os dias contados. Em uma iniciativa para revitalizar o nosso Parque, o prefeito Zanchin nomeou Delcino Bortolini como o responsável pelo local. Com esta centralização, teremos finalmente alguém que fiscalizará os eventos que acontecem por lá, e cobrará de cada entidade que o utiliza, sua parcela de contribuição. Também se encarregará da segurança do local, que era abandonado à noite. Tenho certeza que aquela estrutura vai melhorar muito, pela competência que Delcino já demonstrou em outras áreas da Administração, e pela equipe formada para reestruturar o Parque.
Como bônus, teremos um parque seguro, organizado e de excelente estrutura. Como ônus, os marauenses terão que encontrar outro lugar para namorar, fazer “cavalinho de pau”, ensinar a esposa a dirigir...
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