É que estão acontecendo coisas estranhas ultimamente. Além do título do Grêmio, para mim uma desgraça pessoal, alguns terremotos, erupções, enchentes e deslizamentos vem preenchendo a pauta dos jornalistas. Evidente que sempre houve terremotos, erupções etc, mas a constância com que vem acontecendo dá um frio na espinha. Perceba: Haiti, Chile e China: três terremotos consecutivos, tirando mais de 250 mil vidas. Há pouco, um vulcão de nome impronunciável impediu o tráfego aéreo em praticamente toda a Europa – ou a parte da Europa que interessa – com sua espessa nuvem de cinzas. Enquanto tudo isso está acontecendo, a humanidade se supera em tecnologia e inaugura o Colisor de Hádrons – liquidificador de partículas gigante – e o maior edifício do mundo,
Esses dias, registraram atividade sísmica no centro de Caxias do Sul, aqui pertinho. Mês passado, o Rio de Janeiro sofreu com as catástrofes naturais que mataram quase trezentas pessoas. O Brasil, onde a natureza foi mais maternal do que a defesa do Inter, agora vem sofrendo com tornados, furacões, tremores e ondas gigantes. Algo está muito errado.
Se o mundo vai implodir em dois anos e meio, eu não sei. Espero que não. Ainda não é a hora. Mas é inegável que estamos acelerando o processo. E para tudo o que é acelerado, o processo de frenagem demanda bastante força. Não é simplesmente tirar o pé do acelerador. O mundo está acabando desde o dia em que começou, ou desde o dia em que começamos nele. De fato, não dá mais tempo para rebobinarmos o processo. O que os líderes mundiais vêm tentando agora é arranjar um fim mais digno e, se possível, um mileniozinho a mais para uma raça que foi do tacape à bomba atômica em tempo recorde. Aceitarmos o fim do mundo como uma questão de tempo, e não de esoterismo, é um processo aconselhável.
Provavelmente a profecia não vai se concretizar e o mundo vai passar de 2012. Mas se de fato acontecer o pior, quero deixar bem claro que eu nunca falei que duvidava.

2 comentários:
Não que tu seja pessimista...
kkkkkkkkkkkk
Valew brother!!!
Jonathan Pelissa
Não que eu seja pessimista!
Mas a pouca probabilidade de eu "voltar"
não acha?
=P
hehehehe
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