segunda-feira, 22 de abril de 2013

Sessão: Antas que estacionam (3)


Este talvez seja o maior exemplo de “anta” que este blog já citou.

Porque os eventos anteriores ocorreram num ambiente de caos natural, que é a UPF à noite. Lá, a maioria dos animais assim o são por falta de opção. Não há espaço para todos agirem como seres humanos. Alguns animalizam-se. Logo, se não é perdoável, é compreensível.

Este caso, não.

A rua tinha BASTANTE espaço para estacionar decentemente. Meia quadra ou mais. E nem baliza precisaria fazer.

Tá vendo ali as marcas do estacionamento oblíquo?



“Ah, mas está um pouco apagado. Ele pode não ter visto”.

Ok. Digamos que este alienígena tenha chegado ontem à Marau e não conheça esta que é uma das cinco principais ruas da cidade.  E que também não tenha visto a sinalização horizontal. Havia alguns carros estacionados que “davam uma dica”.




E se ainda desse para argumentar que o veículo é grande demais para estacionar no oblíquo...
Era só estacionar da maneira tradicional, no lado oposto da rua. Atente para a quantidade de espaço que havia (na primeira foto). E tem mais: a rua é de mão única.

Não sei porque, mas fico me lembrando daquela velhinha do comercial do Renault Duster...


"Cê é forgado, viu"?




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